21 de abril, kathmandu

23/09/2012 § 2 Comentários

Agora, depois de algum tempo sem postar e ver as fotos que fiz, há já algum tempo em casa de novo, há qualquer coisa de irreal nesta viagem toda.

Kathmandu voltou a ser um nome excêntrico, remoto, um lugar quase difícil de imaginar. E a Índia ocupa muito espaço da memória, sobra pouco para o Nepal. Olhando as fotos, lembro vagamente que fui eu quem viu aquilo, quem escolheu o enquadramento, eu que já estava tão cansada que mal conseguia fotografar, e que agora estou aqui, presa de novo na vida de todo dia.

[Como não esquecer que a vida de todo dia, por quase um ano, foi ser estrangeira?]

damasco

19/08/2012 § Deixe um comentário

 

 

damasco, a mesquita

13/08/2012 § Deixe um comentário

 

 

 

No deserto, alegria é árvore, água. A mesquita de Damasco, a terceira mais importante do mundo, por onde passou passou Maomé, a decoração é de um país tropical.

o souq de damasco

06/08/2012 § Deixe um comentário

 

 

 

 

 

O souq – o mercado – de Damasco era mais uma cidade do que um mercado. Tinha partes abertas e partes cobertas. Lojas, restaurantes, vendedores ambulantes, gritaria, gatos, adolescentes. Um labirinto, uma explosão.

síria

01/08/2012 § Deixe um comentário

 

palmyra

31/07/2012 § Deixe um comentário

 

 

 

Palmyra é um oásis no meio do Deserto Sírio, a 200 km do Iraque. Era o ponto final do Império Romano, a partir de onde entravam mantimentos para os insurgentes iraquianos, uma imensidão de areia sem petróleo, onde o que valia era só a passagem.

Em 2009 os iraquianos fugiam para a Síria – mais de  dois milhão de pessoas atravessaram a fronteira para o país vizinho pedindo refúgio -, hoje o caminho se inverteu, quase 10.000 sírios estão abrigados no Iraque.

[O adesivo no carro da segunda foto é uma imagem de Bashar al-Assad – havia fotos e homenagens a ele para todo lado]

a partida de aleppo

27/07/2012 § Deixe um comentário

 

 

 

[1. Hammam – banho público. O hammam fica dentro da cidadela, um castelo fortificado no meio do centro antigo de Aleppo. Hoje, em um jornal, saiu que ‘a Unesco solicitou aos beligerantes proteção para a herança cultural de Aleppo’]

[3. Indo para o sul, plantações de oliveiras]